Pé no pedal: inclusão social

 

 

 

 

 Ciclismo Paralímpico: Pedalar aumenta a autoestima e promove

interação de pessoas com deficiência física

 

 

Que a prática do ciclismo traz inúmeros benefícios ao nosso corpo não é novidade, está confirmado que a prática regular de esportes melhora o rendimento físico e a qualidade de vida.

 

Um benefício essencial do ciclismo, é que a prática deste esporte aumenta a autoestima, confiança e interação de pessoas com deficiência física.

 

O ciclismo paralímpico, surgiu com o objetivo de oferecer maior inclusão. Inicialmente era praticado somente por deficientes visuais (1980), com o tempo as modalidades evoluíram e a acessibilidade foi se ampliando, apenas em 1996 em Atlanta, o ciclismo foi classificado conforme as modalidades e deficiências.

 

Provas para velódromos:

 

Estrada:

Nesta modalidade ganha o ciclista que chegar em melhor tempo. As provas de estrada podem chegar até 120 km de trajeto.

 

Contrarrelógio:

O desafio é individual e ganha o competidor que terminar o percurso em menor tempo.

 

Sprint:

É uma competição realizada por dois ciclistas de cada vez que devem disputar entre si.

 

Bicicletas adaptadas para cada modalidade:

 

Handbike:

Indicada a ciclistas com maior comprometimento motor, a bicicleta Handbike deve ser adaptada de modo com que o ciclista a impulsione com as mãos, a bike possui um encosto que proporciona maior segurança, devido à falta de movimento dos membros superiores.

 

Tandem:

Criado para ciclistas com deficiência visual, nesse caso é preciso um guia para auxiliar o atleta.

 

Tricycling:

O triciclo é indicado a atletas que possuem os membros tanto inferiores ou superiores porém com os membros com alguma carência.

 

As modalidades são classificadas em:

LC: Locomotor Cycling, atletas com problemas para locomoção;

LC1: Atletas com membros comprometidos geralmente superiores;

LC2: Atletas com problemas físicos em uma das pernas e fazem o uso da prótese;

LC3: Atletas com prejuízo em um aperna e não usam prótese;

LC4: Atletas com amputação de algum membro ou com algum nível mais elevado de deficiência;

Handbike: ciclistas paraplégicos;

Tendem Sprint: Atletas que possuem deficiência visual.

 

As Olimpíadas Rio 2016, tiveram um propósito que ultrapassava a barreira dos pódios, trazer pessoas com deficiência física para o esporte, as incluindo em um meio de igualdade e superação propondo uma vida mais saudável sem sedentarismo.

 

Toda prática de esportes deve ser acompanhada por um profissional especializado.